O trabalho que nasceu de maneira informal com o Grupo de Sinergia há sete anos ganha caráter oficial com a fundação da Associação das Indústrias do Pólo Petroquímico do Grande ABC (APOLO). O principal objetivo das indústrias é negociar questões econômicas ou políticas comuns, como transporte, alimentação, segurança e disponibilidade de matéria-prima, além de planejar ações estratégicas voltadas ao futuro do Pólo. Desde que começaram a atuar em conjunto por meio do Grupo de Sinergia, as empresas já conseguiram uma economia de R$ 32 milhões, o que corresponde a R$ 380 mil mensais.
Uma das prioridades dos executivos da nova entidade é a adequação das fábricas à legislação ambiental em função da ampliação da Petroquímica União (PQU). Outro projeto da APOLO é encaminhar, ao governo do Estado de São Paulo, propostas para alterações no sistema viário da região a partir do Rodoanel, com objetivo de melhorar o escoamento da produção. A APOLO tem orçamento previsto de R$ 1 milhão por ano, que serão rateados pelas empresas participantes. As sócio-fundadoras são as indústrias Cabot, Oxiteno, Petroquímica União, Polibrasil, Polietilenos União, Petrobras - Unidade de Negócios Refinaria de Capuava e Unipar.
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