Você sabia?

- A tocha que fica constantemente acesa na Petroquímica União (PQU) é chamada de flare. O flare é um dos sistemas de segurança das tubulações da PQU, que são utilizadas para a passagem de gases e líquidos produzidos pela Petroquímica e enviados para outras empresas do Pólo. Na ponta do flare há quatro maçaricos que ficam permanentemente acesos, e a chama que a comunidade vê é o gás natural que garante a existência da chama no flare, além de gases de processo que não se enquadram na qualidade exigida pelos clientes da PQU. A queima dos gases no flare garante dupla segurança para a empresa e a comunidade: os gases não são jogados na atmosfera e a queima garante que estes gases não fiquem parados nas tubulações, o que poderia provocar acidentes. Assim como a intensidade da tocha, o barulho do flare também depende da quantidade de gás queimado. Quanto mais gás, maior o barulho. Algumas vezes, ocorrem perturbações no processo de produção, com a necessidade de enviar mais gases para a tocha, o que causa o aumento do fogo. A PQU se dedica ao máximo para que isso não ocorra, mas, quando acontece, trabalha para que tudo volte ao normal no menor tempo possível. A comunidade pode ficar tranqüila porque o controle da tocha é rigoroso e a PQU tem inúmeros profissionais treinados e capacitados para manter o flare em perfeito funcionamento.

- Além do flare, a PQU tem outro sistema de segurança chamado tocha de chão. O sistema não é visível como o flare e tem capacidade para queimar todo gás sem emitir fumaça. Entretanto, não são todos os equipamentos da empresa que podem enviar gases à tocha de chão, porque alguns trabalham a baixa pressão e esta tocha só acende se o gás tiver pressão maior. A tocha de chão da PQU é o mais moderno dispositivo de segurança da empresa e o maior da América Latina.

- As empresas do Pólo Petroquímico passam por processo de manutenção periódico e, a partir de 27 de julho, estarão paralisando a produção por cerca de 20 dias. A parada é destinada à manutenção e troca de equipamentos, instalação de novos equipamentos, limpeza, consertos e outras medidas. Neste período, a população que mora no entorno do Pólo vai perceber um maior número de pessoas nas empresas, que são os profissionais encarregados destes serviços. A previsão de retorno da produção é 19 de agosto.

- A 1ª Semana do Meio Ambiente das empresas do Pólo segue até domingo (dia 9) com uma série de ações que visam discutir soluções para que os processos de produção industrial não afete a vida no planeta. Entre as atividades aconteceram seminários e discussões com profissionais especializados, e ações junto à comunidade. No último dia (domingo), a população poderá participar da Manhã Colorida, que terá gincanas, oficinas de desenhos e de reciclagem, e painel de processo produtivo. Além disso, haverá um posto de saúde onde a comunidade poderá verificar a pressão arterial e fazer exames oftalmológicos. As atividades acontecerão na Praça Venâncio Neto, no Jardim Ana Maria, em Santo André, e na Praça Lídia Pollone, no Centro de Rio Grande da Serra.

- O Projeto Aquapolo tem o objetivo de captar 500 litros por segundo do rio Tietê, em Suzano, através de uma aquaduto que vai abastecer a estação de tratamento de águas da Refinaria de Capuava. O investimento de R$ 30 milhões trará benefícios para 11 empresas do Pólo, porque vai possibilitar a redução de custo para as empresas e, conseqüentemente, o uso de maior quantidade de água potável pela população. Há, também, estudos para o reuso da água gerada pelo tratamento de esgotos das cidades de Mauá e Santo André por parte das indústrias. Hoje, a água é um dos principais problemas enfrentados pelas empresas do Pólo, por causa da pouca disponibilidade do rio Tamanduateí, o que obriga as empresas a utilizar água potável para uso industrial, com fortes impactos nos custos e prejuízo para a população.

- A nuvem branca que a comunidade entorno do Pólo vê sair das instalações das empresas provém das torres de resfriamento e é apenas vapor d'água. Nos dias mais úmidos é possível ver a nuvem com mais intensidade, mas não há motivos para preocupações, porque a água é usada somente para fazer o resfriamento dos produtos e para gerar o vapor que movimenta os equipamentos das empresas.

- Que as empresas do Pólo Petroquímico do Grande ABC investiram US$ 250 milhões em projetos ambientais que incluíram sistemas de tratamento de efluentes líquidos, substituição total do óleo combustível por gás natural, disponibilidade de área para a construção do maior piscinão do Estado de São Paulo, disposição de efluentes sólidos em cimenteira, projetos de eficiência energética, com economia significativa em água industrial, combustíveis e energia elétrica, e projetos de saúde ocupacional.

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