
Dia 23 de outubro foi realizado um
simulado na Petrobras/Refinaria de Capuava
que, além de mobilizar a equipe
de Brigada da refinaria, teve participação
do Plano de Auxílio Mútuo
(PAM), do Corpo de Bombeiros e da
comunidade. Às 10h15, ao toque dos
oito sinais de emergência da refinaria,
a coordenadora da Escola Estadual
Delfino Ribeiro Guimarães, de Mauá,
Sueli Aparecida de Souza, entrou em
contato com a empresa para saber
como agir.
A iniciativa foi apenas um exemplo
de como escolas, sociedades de bairro
e população devem proceder em caso
de incidentes no Pólo ou em outras comunidades
instaladas em áreas industriais.
A ação faz parte do Programa de
Relacionamento de Segurança, Saúde
e Meio Ambiente (SMS). A direção da
escola recebeu treinamento prévio para
informar aos pais, às crianças e aos
funcionários sobre a ação. “Foi uma experiência
muito boa. À medida que a população interage com as indústrias,
as pessoas vão ficando mais esclarecidas”,
destaca Sueli.
Ação simultânea – Douglas Rodrigues
Dantas, gerente de Comunicação da
refinaria designado como porta-voz no
simulado, teve a tarefa de acionar a
sociedade amigos de bairro e dar a
notícia sobre o procedimento. “Durante
o simulado, e também em uma situação
real, é preciso dar informação
segura sobre o acidente e seus possíveis
impactos de maneira ágil, ao maior
número de pessoas possível”, diz. Já
está em formação um Comitê de Contingência
com representantes do Pólo,
dos moradores, das escolas e das áreas
de saúde e esportes. “Buscaremos que
cada rua do entorno tenha dois representantes
no comitê, que serão o contato
com o Pólo e servirão como pessoas-
chave para o resto da população
em situação de emergência”, explica
o porta-voz.